domingo, 3 de abril de 2011

Hoje


Sinto-me só.
Sozinha e plenamente acompanhada de mim mesma.
Sinto-me inteira.
Absoluta, sem fragmentos, fendas ou divisões.
Sinto-me leve.
Suave, sem embaraços, livre de pressões.
Sinto-me – e isto basta.

2 comentários:

Anônimo disse...

Nossa! Muito bom esse poema, gorda! Queria eu tê-lo escrito, mas, tudo certo, foi minha cara-metade quem o fez!

Guria disse...
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